Um processo conduzido pelo nosso Médico do Esporte Dr. João Scandelari (CRM) , com acompanhamento semanal e foco em hábitos saudáveis sustentáveis, com uso de tratamento medicamentoso como ferramenta, quando indicado.
Nosso plano não é “dieta da vez”. É um caminho estruturado para alinhar rotina, saúde metabólica, comportamento e consistência, com decisões clínicas responsáveis e acompanhamento próximo.
O corpo perfeito é o corpo capaz
entenda as etapas do cuidado
Análise do seu momento atual
Entendemos seu momento atual e toda a trajetória que a levou a ele: histórico de peso, hábitos de vida, gatilhos emocionais, rotina, pontos fortes e dificuldades.
Juntamente ao exame físico e complementar, alcançamos um diagnóstico.
Execução do plano
Os encontros são realizados semanalmente, para acompanhamento das novas práticas de saúde e estabelecimento de estratégias para que virem hábitos. Esse processo leva tempo e delicadeza em perceber semanalmente quais as condições limitantes e trabalhar para ultrapassá-las.
O uso de medicações, principalmente da classe dos análogos de GLP-1 (como a Tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro), se indicado, também é acompanhado nesse processo.
A paciente é acompanhada com medições manuais de circunferências e bioimpedância a cada 15 dias, para o monitoramento não só da perda de gordura, mas no cuidado da manutenção da massa magra.
Por que acompanhamento semanal?
Porque emagrecimento é mais rotina, comportamento e contexto do que força de vontade. O acompanhamento semanal reduz o “tempo de erro”, aumenta aderência e ajuda a recalcular rotas antes que você desanime.
Guidelines de emagrecimento denominam Intervenções de Alta Intensidade aquelas que envolvem múltiplos contatos com médico no mês e as relacionam com maior perda de peso e menor taxa de reganho.
E é nisso que acreditamos.
Dr. João Scandelari
Médico do Esporte | CRM
Dr. João Scandelari é médico pela Universidade Federal do Paraná, e concluiu pós-graduação em Medicina do Esporte e do Exercício. Acredita na medicina como meio para transformar saúde em rotina possível, unindo ciência, hábitos e performance na vida real.
Comunica “medicina, nutrição e performance” com abordagem prática e acompanhamento próximo.
dúvidas frequentes
Como funcionam as consultas semanais?
São encontros de 1 hora para acompanhar a evolução, alinhando metas, revisando a semana, ajustando estratégias e mantendo o plano “vivo”. A frequência semanal reduz o tempo de erro e aumenta a constância, sem depender de motivação.
Por quanto tempo é o plano?
O plano costuma ter uma fase inicial de construção de hábitos (onde o semanal faz mais diferença) e uma fase de manutenção, em que a frequência pode ser ajustada conforme evolução e autonomia da paciente. O tempo exato depende do seu objetivo, da sua resposta e do seu ponto de partida.
Preciso usar medicação?
Não. Medicação nunca será “obrigatória”. A medicação possui indicação e não é padronizada para as pacientes, nem a droga e nem a dose. Importante dizer que medicação alguma tem o poder de substituir hábitos. Quando indicada, pode ser usada como ferramenta para facilitar o processo, especialmente na aderência e no controle de fome/compulsão.
Vocês utilizam tirzepatida?
Quando há indicação clínica, o médico pode considerar medicações como a tirzepatida dentro de um plano estruturado. Essa não é a única medicação para tratamento de sobrepeso/obesidade, apesar de ser a mais conhecida.
Vou emagrecer toda semana?
Nem sempre. O objetivo é evolução consistente, e isso inclui semanas de manutenção, ajustes e fases diferentes do processo. O que buscamos é tendência de progresso, com saúde e previsibilidade.
O plano serve para quem não treina?
Sim. Treino é um pilar da saúde, mas o ponto central é criar uma estratégia possível para a sua rotina. Se você já treina, o plano otimiza. Se não treina, o plano começa do seu ponto de partida com metas realistas.
E se eu viajar ou tiver uma semana caótica?
O plano é feito para a vida real. Em semanas difíceis, nós ajustamos o foco para “mínimos sustentáveis”: o essencial para não perder o ritmo e retomar com leveza.
Tenho efeito sanfona. Esse plano ajuda?
Sim, pois o foco não é restrição extrema, e sim comportamento, rotina e manutenção. O objetivo é reduzir “tudo ou nada” e construir um caminho que você consiga sustentar.